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Coreia do Sul,  o milagre do Rio Han

A Coreia do Sul, oficialmente República da Coreia, é, como país independente, um país jovem e um caso de sucesso no que diz respeito à recuperação de um país após uma guerra. Depois de se separar da Coreia do Norte, a sua economia teve um crescimento galopante e a nível social conseguiu não só tornar-se a segunda maior democracia da Ásia, como figurar nos 15 países como um maior índice de desenvolvimento humano, que tem em conta questões como a educação, cuidados de saúde, tolerância e inclusão.

Como consequência deste desenvolvimento, o país tem crescido como destino turístico, e se os visitantes ainda são maioritariamente de países asiáticos, os visitantes vindos de outros continentes têm estado a aumentar.

Mas e então? O que há para ver na Coreia do Sul?

A verdade é que, se na maior parte dos países, há atrações turísticas que nos vêm à cabeça imediatamente, como o Muro de Berlim na Alemanha ou a Torre Eiffel na França, a maior parte dos portugueses não sabe nada sobre a Coreia do Sul e vai ficar espantado em descobrir que há tanto para ver e fazer e ainda uma rede de transportes excecional, que inclui metro, autocarros e comboios de alta velocidade que lhe permitem visitar os vários locais num piscar de olhos.

A cidade e as montanhas

Seul, a capital do País e a sua maior metrópole, contém na sua área nada menos que cinco locais considerados Herança da Humanidade pela Unesco. Entre estes encontram-se, por exemplo, Namhansanseong, um parque que contém fortificações do século XVII assim como inúmeros templos. Recebendo o seu nome do Rio Han, que banha a cidade, este complexo histórico é uma das atrações mais famosas e ponto de visita obrigatório.

Seul é conhecida na Ásia pelas suas montanhas que a rodeiam, com trilhos que se enchem de locais e estrangeiros, principalmente ao fim de semana. A mais alta é o Monte Bukhansan, com mais de 800 metros de altura. E, se alguns são muito exigentes, há alguns tão fáceis como um passeio pelo parque mas com o extra das vistas fantásticas que só a altitude pode oferecer, principalmente no verão quando os trilhos floridos e as temperaturas amenas tornam a subida muito agradável.

Fora da capital

Para além da capital moderna, visite também a capital antiga de Gyeongju. Esta é uma cidade costeira cheia de ruínas e vestígios arqueológicos que remontam aos séculos VII a IX. Fique alojado num dos hotéis ou resorts modernos que servem os milhares de turistas que lá se dirigem todos os anos.

Se tiver tempo, dê ainda um salto à Ilha de Jeju. Banhe-se numa das cascatas e visite o Parque Nacional do Monte Hallasan, faça um dos trilhos disponíveis para observar a grande diversidade de fauna que o caracteriza.

Importante saber

Que, se for no verão, vai poder provar o delicioso bingsu, um snack tão delicioso como saudável, feito de gelo partido com toppings de vários tipos, sendo o mais tradicional de feijão vermelho adoçado com leite condensado (dissemos «saudável», não light).

Já agora, os cidadãos portugueses não precisam de visto para estar na Coreia do Sul até 60 dias, pelo que, a qualquer altura e sem grande preocupação pode agendar a sua viagem e ir conhecer o país cujo desenvolvimento vertiginoso é chamado de «milagre». 

Imagens por Emmanuel Dyan

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